quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Concurso "Põe a tua terra nos píncaros!"

Foi com muito agrado que os alunos Mariana Lima e João Messias, do 7º A, se deslocaram à ESFA para fazerem, em conjunto com mais 5 colegas de outros níveis de ensino, um spot publicitário de rádio sobre a sua terra. Agradeço também a compreensão dos respetivos encarregados de Educação, que permitiram que eles faltassem a uma aula para participarem na atividade.



O concurso é válido para as Escolas Públicas da Zona Centro do país, para alunos do 2º, 3º e 4º anos do 1º ciclo e alunos do 2º e 3º ciclos do Ensino Básico. 
Este desafio é para ser usufruído em tempo letivo, no ano letivo de 2017/2018, com início em novembro de 2017 e fim a 31 de maio de 2018. Todas as participações com boa qualidade poderão ser emitidas na Rádio Miúdos. A Rádio Miúdos reserva-se o direito de emissão e de escolha. As que forem emitidas na Rádio Miúdos poderão ser reproduzidas nos canais online da Rede de Bibliotecas Escolares.
Este projeto é cofinanciado pelo Portugal Inovação Social e pela Fundação Calouste Gulbenkian, no âmbito do Portugal 2020, e tem a parceria da Rede de Bibliotecas Escolares.
 A Rádio Miúdos foi premiada pela Fundação Calouste Gulbenkian e pela Representação da Comissão Europeia em Portugal e tem como parceiros a Fundação Calouste Gulbenkian, o Instituto de Apoio à Criança e a Rede de Bibliotecas Escolares, entre outros.

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Teatro "A lagartinha muito comilona" de Eric Carle

Na Semana da Alimentação, escolhemos o livro "Uma lagarta muito comilona" para alertar os alunos do 1º ano para a importância das consequências derivadas de uma boa ou má alimentação.  Foi realizado um teatro, cheio de peripécias, em que a Lagartinha muito comilona foi representada pela professora Isabel Sá Pinto. Os adereços foram da responsabilidade da professora referida e, também, do professor Adriano Sequeira e da professora Lurdes Ferreira. Os alunos gostaram muito e foram muito participativos.





Durante toda a semana, fizémos uma exposição bibliográfica alusiva à temática e expusémos o bonito e didáctico cartaz, elaborado por uma turma de CEF da professora Elisabete Cruz. Foram várias as turmas do 1º ano que verificaram as razões da obesidade do "boneco" da esquerda!!!


segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Semana da Alimentação

Este é o cartaz geral das atividades realizadas.Outras iniciativas serão,  atempadamente, divulgadas.


sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Visitas Guiadas à BE da ACO

Vamos iniciar as visitas guiadas para a próxima semana. Começaremos pelo 7º ano, em que, para além da formação de utilizadores, proporemos a realização de 2 atividades: “Micronarrativas – uma história em 77 palavras" e "Literacia 3Di". A atividade "Literacia3Di", é uma iniciativa da Porto Editora e pretende contribuir para elevar os níveis de literacia dos alunos e promover a sua educação para a cidadania.


No que diz respeito ao 1º ano, será contada uma história sob a temática do  Mês da Bibliotecas, "Ligando Comunidades e Leituras", e iniciado o Projeto "Leitura em Vai e Vem". Este projeto destina-se a incentivar a leitura em família. Os alunos que participarem no desafio devem envolver os pais e encarregados de educação na leitura da história e na atividade escrita proposta. O trabalho será entregue, se possível, semanalmente, na Biblioteca Escolar, sendo identificado o aluno e o familiar que o ajudou na atividade. 



      Boas leituras!

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Decoração dos átrios alusiva às estações do ano

Desejamos a toda a comunidade educativa um ótimo ano.
Para começar, resolvemos, este ano, decorar os principais átrios do Centro Escolar com elementos alusivos às estações do ano. Começámos então pelo outono. Entregámos a todos os alunos do 1º ano desenhos para serem "construídos" por eles (com a ajuda preciosa das professoras) para enriquecerem a nossa decoração.
Assim começámos...


Por outro lado, na sala de professores e de funcionários colocámos um cartaz de Boas Vindas.




Outubro é o Mês Internacional da Biblioteca Escolar. A International Association of School Librarianship (IASL) propõe, como anualmente acontece, um tema aglutinador - “Ligando Comunidades e Culturas" é o tema deste ano.
Ao longo do mês receberemos os novos alunos, dando-lhes a conhecer os espaços e os recursos que disponibilizamos e reforçando a ideia de que a biblioteca existe, sobretudo, para apoiar as suas aprendizagens. Na GEA e na ACO as horas do conto previstas abordarão também esta temática.
No dia 20 receberemos na Biblioteca Municipal as “bonecas” LiLi & RiRique irão dinamizar várias sessões direcionadas aos alunos do 1º ciclo, proporcionando, com toda a certeza, momentos de alegria e boa-disposição!  
Na GEA haverá ainda uma “Feira de Troca de Livros” e na ESFA e na ACO foi proposto o desafio “Micronarrativas – uma história em 77 palavras”.
Lá para o meio do mês, colaboraremos na Semana da Alimentaçãodinamizando em conjunto com outros colegas algumas iniciativas das quais brevemente vos daremos conta!
Para a educação pré-escolar, 1º e 2º ciclos, à semelhança de anos anteriores, lançámos um concurso abordando a temática do Halloween. Desta vez, o desafio é a criação de um marcador de porta. O regulamento pode ser consultado no blogue da biblioteca da GEA. A exposição dos trabalhos e entrega de prémios aos alunos vencedores será realizada, como é habitual, na noite do dia 31, integrando o programa das "Leituras Enfeitiçadas" organizado pela Biblioteca Municipal! Não faltem!
Iniciámos na ACO o projeto "Leitura em Vai e Vem" e preparamo-nos para participar no desafio “Põe a tua terra nos píncaros”.
Também como é já habitual, em parceria com a BM e o CineClube de Viseu irá realizar-se o Aprender em Festa 2017, um programa dedicado ao cinema de animação, que decorrerá na última semana do mês. As propostas deste ano estão direcionadas aos alunos do Pré-Escolar e do 1º ciclo com as sessões de curtas metragens e aos alunos do secundário com a exibição do documentário “Paula Rego: histórias e segredos”.
Demos ainda início a vários desafios mensais!
Bom mês… Boas leituras!

segunda-feira, 3 de julho de 2017

O Cuquedo

Mais uma história divertida preparada em família e apresentada por um aluno do 1º C.
Muito empenhado, ele dramatizou a história "de cá para lá e de lá para cá" a todos divertindo.
E todos os meninos descobriram que, afinal o Cuquedo, que assustava todos os animais da selva, não era tão assustador...

 

Também os meninos mais pequeninos do JI Conde D. Henrique conheceram o Cuquedo na hora do conto e foi assim que o representaram.

Com muita imaginação
Uma história a Clara Cunha inventou
Qual bicho assustador
Umas manadas atrapalhou
Entre idas para lá e vindas para cá
De medo a correr e a fugir.
O que podiam descobrir??

HORA DO CONTO: O DIA EM QUE OS LÁPIS DESISTIRAM

“O dia em que os lápis disseram: “Basta!”



Um dia na escola, ao abrir a caixa dos lápis de cera, o Duarte encontra um monte de cartas. Os lápis decidiram escrever-lhe, reclamando: “Basta!”.
O lápis preto está cansado de desenhar contornos, o azul já não aguenta pintar mais oceanos, e o amarelo e o laranja já nem sequer falam um com o outro, pois cada um acredita ser a verdadeira cor do sol. E agora? O que vai fazer o Duarte?
Ilustrada por Oliver Jeffers, esta história repleta de humor ensina-nos a usar todas as cores para colorir o mundo.
O Duarte vai pedir aos meninos mais pequeninos que construam uma pintura em que utilizem os lápis todos sem deixar nenhum lápis infeliz por não ser utilizado.


Os pequeninos aceitaram o desafiam e ofereceram ao Duarte uma linda obra de arte feita por eles com todos os lápis de cor.



SANTOS POPULARES

A origem

A tradição dos Santos Populares existe em vários países e está historicamente relacionada com a antiga celebração pagã do solstício de Verão, (ou de Inverno, no caso do hemisfério sul), em homenagem ao deus do Sol em comemoração das colheitas. Esta celebração, que habitualmente acontecia a 24 de Junho acabou por ser adoptada pelo cristianismo durante a idade média, e passou a ser a festa de São João Baptista.
Segundo a então criada lenda cristã, para cristianizar as fogueiras desta época, as mesmas teriam surgido devido a um acordo feito entre as primas Maria e Isabel, no qual Isabel teria de fazer uma fogueira sobre um monte, para avisar Maria do nascimento de João Baptista.
Estas tradições são um misto entre as romarias, nascidas da religiosidade de um velho povo, com necessidade de amparo e de fé em alguém, que também tenha percorrido o caminho dos homens e perceba os seus males e as antigas tradições pagãs da dança, da música e da festividade, que acabaram por ser adoptadas pelo cristianismo à medida que este se espalhava pelas regiões.
Um outro aspecto que estas festas trazem, a par das procissões e dos arraiais é, muitas vezes, o pagamento de promessas. Vemos doações, ex­-votos e pessoas que durante décadas fazem a mesma peregrinação, anos após ano, num acto inabalável de fé. E se por um lado há santos que parecem não ser muito vingativos pela promessa não cumprida, outros há sobre os quais pairam várias histórias de castigos aplicados: feridas que reabrem, doenças que voltam, sustento perdido…
.


A Biblioteca Escolar dinamiza mais uma atividade de promoção da escrita e de divulgação de tradições. Assim, propõe a participação dos alunos   como autores de quadras populares .  





 Imaginação a funcionar, lápis ou caneta na mão, não custou nada participar




Na noite de Santo António
Moças cheias de alegria
Dançam a marchar
A muita folia

Na noite de Santo António
Há foguetes pelo ar
Luzes luminosas
Manjericos a enfeitar

( Leonor Antunes Marques Rodrigues  )


Na noite de Santo António
Há muita folia
Moças que dançam
Até ao romper do dia

 ( Diogo Kizua Bavoeiro Constantino )


Na noite de Santo António
Há foguetes pelo ar
Os meninos
Gostam de ir ver e passear

( Diana Yang Du )


Na noite de Santo António
Podemos todos danças
Há muita magia
E alegria no ar

( César Fonseca Gomes-1ºC )


Na noite de Santo António
Há muita alegria
Nas festas cheira a manjericos
Há alegria e magia

( Tiago Peixoto Gouveia Costa Amaral )

  
Na noite de Santo António
Há muita folia
Moças dançam
Até ao romper do dia

( Tiago Moreira Ferreira )


Na noite de Santo António
Há muita magia
Moças bonitas cantam
Com muita alegria

( Margarida Amaral Oliveira )


Na noite de Santo António
Há muita folia
Moças dançam
Até ao romper do dia

( Maria Pryshlyah )


Algumas curiosidades

As festas Juninas ou festas dos Santos Populares são celebrações que ocorrem em homenagem a três santos:
Santo António - dia 13 de Junho
São João - dia 24 de Junho
São Pedro - dia 29 de Junho
 


Santo António nasceu em Lisboa no fim do século XII. O seu verdadeiro nome era Fernando Bolhão. Aos 20 anos decidiu esquecer a herança deixada pelos seus pais e dedicar-se à religião. Pertencer ao clero nessa época era uma grande honra. Porém fartou-se depressa das falsidades que via à sua volta e tornou-se padre franciscano, ou seja, toda a sua vida passou a ser dedicada aos mais pobres. Como sinal da sua dedicação à Igreja, mudou o nome de Fernando para Irmão António.
Foi então que começou a viajar por todo o mundo, onde se tornou muito conhecido. Dedicou a sua vida toda aos outros, tal como mandavam os franciscanos!
Também é conhecido como Santo António de Pádua porque foi lá que viveu os seus últimos anos e morreu, em 1231.
O Santo António de Lisboa comemora-se no dia 13 de Junho porque é o dia em que ele morreu. O mais interessante são as festas populares que estão ligadas a ele. É que ao contrário do que se pensa, Santo António não era namoradeiro nem brincalhão.
Este santo popular é conhecido como o "santo casamenteiro", apesar de não se lhe conhecer nenhuma mulher e nos seus milagres não constar que tenham a ver com casamentos. A razão é a de que houve uma mistura entre as festas pagãs e o Cristianismo. É que este Santo é comemorado no início do Verão, numa época relacionada com a fecundidade, quando nascem novos frutos, novos cereais e as pessoas se casavam.
Em Lisboa festeja-se o Santo António desde o século XVI, com danças, cortejos e procissões, onde todos os bairros da cidade participavam nas festas e tentavam ser os mais vistosos. Foi assim que nasceram as marchas populares.
As "Noivas de Santo António" só apareceram em 1950, quando o jornal "Diário Popular" começou a ajudar os mais pobres a fazer uma festa de casamento no dia do santo. Ofereciam o enxoval e os equipamentos domésticos através de vários comerciantes que ganhavam com a publicidade. E assim nasceu mais uma tradição.
É costume as crianças de Lisboa pedirem na rua "um tostãozinho para o Santo António" porque antigamente as crianças faziam uns altares onde as pessoas podiam deixar esmolas para o santo... Ou para as crianças.
Nas noites de Santo António há sardinhas assadas, música, manjericos, pão quente, vinho e festa até de manhãzinha!

Apesar de Santo António ser o mais conhecido, São João é o que tem a maior festa. A animação dura dia e noite.
O santo que se comemora no Porto não é o São João Baptista, como todos pensam, porque se festeja no dia 24 de Junho, a mesma data de São João Baptista, mas as festas celebram o São João do Porto, padroeiro desta cidade. No século IX, existia no Norte do País um eremita (pessoa que vive sozinha, longe de todos) chamado João, que enquanto foi vivo deu muitos conselhos às pessoas que lhe iam pedir ajuda. Quando morreu, descobriu-se que muita gente ia ao sítio onde estava enterrado para chamar pelos seus poderes de santo.
Esta confusão deve-se aos dois santos, para além de terem o mesmo nome, terem sido eremitas. São João Baptista também vivia isolado de tudo e todos, como um eremita e refugiava-se no deserto, alimentando-se de mel e gafanhotos. Sem ser dono de nada, vestia apenas uma pele de carneiro.
O São João é o padroeiro de muitas terras, mas na cidade do Porto é onde a festa é maior. Nas ruas os foliões passeiam o alho-porro (ou, hoje, os martelos de plástico), compram manjericos e comem sardinha assada. Tudo começa na Ribeira, depois do Fogo de Artifício, à meia-noite, a festa espalha-se pelos quatro cantos da cidade e só termina ao nascer do sol. Para espantar o cansaço vai-se parando nos bailaricos de bairro e salta-se a fogueira!
Manda a tradição que a festa culmine com um banho de mar na Foz!



São Pedro é um dos santos mais antigos da religião católica. Ele foi o primeiro dos Apóstolos de Jesus. O seu verdadeiro nome era Simão, o Pescador, mas Jesus deu-lhe o nome de Pedro, que vem da palavra pedra, porque seria ele a "pedra sobre a qual se iria construir a igreja cristã".
São Pedro era uma pessoa muito séria, que fazia milagres e foi o primeiro Papa cristão. Este santo é invocado (a quem se pede ajuda) pelos crentes por muitas razões:
- É protetor dos pescadores e guarda as portas do Céu. É aliás, por essa razão que é apresentado com as suas longas barbas brancas e um molho de chaves na mão.
- Segundo a crença popular, São Pedro é também muitas vezes responsabilizado pelo estado do tempo, nomeadamente pela ausência ou abundância de chuva.
- O dia dedicado a São Pedro é 29 de Junho que marca o fim das festas dos "Santos Populares".
Mais uma vez tudo tem a ver com as tradições pagãs e com os rituais do início do Verão.
Se não chove, pede-se a São Pedro para tratar do assunto para que as colheitas não morram de sede.
Se o problema é trovoada, reza-se ao Santo para ele se acalmar, porque com certeza está num dia de mau humor!
Se há tempestade no mar, pede-se a São Pedro que ajude os seus colegas pescadores. E assim por diante.
Tal como Santo António e São João, este homem é visto como casamenteiro e um dos santos do Verão, que todas as pessoas adoram.


Informação adaptada do site www.junior.TE.pt (Tradições do Santo António)